09 outubro 2010

Feliz aniversário, Lori!!!

Hoje é um dia muito especial!! Faz exatamente 1 ano que eu fiz a melhor viagem da minha vida: Lençóis - Chapada Diamantina!!! O fato de ter sido a melhor viagem de minha vida se deve ao fato de ter como companheira de viagem uma pessoa que é muito importante para mim: Lorena Grisi. (Espero que ela não me processe pelas fotos!!!)


Sempre falo dela por aqui, né?
Como eu já havia falado antes, ela não está bem comigo (e eu assumo toda a culpa!!!)
Eu sinto tanto a sua falta, amiga!!! De verdade!!! Este post pode não te sensibilizar, pois eu te conheço e sei que poucas coisas nesse mundo te sensibilizam!!!
Mas eu vou escrever porque eu quero! Porque eu te amo muito, minha amiga!!! Independente do que você esteja pensando sobre mim agora!! Quero te desejar sempre o melhor que a vida pode te oferecer!!! 

Neste post, vou te provar que a nossa amizade ainda existe! Vasculhei meu PC e achei algumas fotos da gente!!!

No Franz Café, janeiro de 2010 

 
 Em Lençóis, outubro de 2009

 No Botequim de São Jorge, junho de 2010

 No Sampa, novembro de 2008

Você pode não se lembrar de muitas coisas, mas desse momento aí, você vai lembrar: estávamos em Lençóis, na feirinha de artesanato, quando um hippie fez esse anel pra gente e disse que era o símbolo da nossa amizade!!!! Pra mim, nossa amizade não tem preço!! 
Amiga, eu desejo do fundo do meu coração que você possa me perdoar! Você não imagina a falta que você faz na minha vida!!!
Te amo muito!!! Feliz aniversário!!!




Comentários
3 Comentários

3 comentários:

  1. Loriii, vim te dar parabéns em todos os lugares.
    Sucesso!

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  2. Bom, eu só vi essa postagem hoje, com um certo atraso. E sim, eu estou com vontade de te processar pelas fotos.

    Eu não rompi com você e você não precisa me pedir perdão, o que é um pouco exagerado. Eu só acho que você não tem nenhum senso de compromisso com seus amigos, o que torna suas relações de amizade um tanto discutíveis. Talvez o tipo de amizade que você esteja disponível a dar não seja o tipo de amizade que todas as pessoas estejam sempre dispostas a receber. É uma questão de compatibilidade. Talvez ninguém esteja errado, mas talvez ninguém esteja certo também. Temos um trabalho juntas agora - a Liga - e quero levar adiante. Só gostaria que você não me chamasse mais para fazer determinadas coisas que você certamente não cumprirá, porque cansa e você sabe que você tem um histórico de pessoas desapontadas com você por esse mesmo motivo.

    Talvez as pessoas sejam muito certinhas e caretas para você, mas foi o que falei: é uma questão de compatibilidade. Se você não faz esse gênero chatinha - e eu faço -, talvez seja o caso de não querer aproximação com quem faça. Porque ninguém tem obrigação de aturar determinadas coisas, e digo isso como uma via de mão dupla: nem eu tenho obrigação de aturar seu descompromisso, nem você de aturar a minha chatice. Você disse, quando pela enésima vez furou comigo, que "não me prometeu que iria". Eu fiquei mais irritada com essa resposta do que com o fato de você não ter ido. Sabe por quê? Porque (não sei se você lembra) foi a quarta ou quinta vez que você furou, com essa mesma resposta "eu não lhe prometi nada". Se para você a promessa é o fator determinante das coisas - e por isso talvez você nunca prometa, apenas diga - então eu acho que a gente tem um problema, porque eu não preciso prometer, jurar ou ajoelhar na frente das pessoas para combinar algo com elas. Eu não lhe prometi amizade, por exemplo. Poderia dizer aqui: "por favor, delete esse post, porque eu não prometi amizade, então, não tenho obrigação de me preocupar com você". Só que eu não me baseio nas promessas apenas, nem pretendo. Esse código da promessa eu não vou criar, nem usar como desculpa. Isso não é meu. Isso é seu e eu não me adapto.

    Repito: eu não rompi com você, esse post não é uma carta para "ficar de mal". Estou escrevendo aqui porque não tivemos a oportunidade de conversar e, sinceramente, você está cansada de saber que odeio DR, ainda mais entre amigos. Estou escrevendo mais porque eu não tive a oportunidade de dizer a você essas coisas que eu diria se tivéssemos nos visto nos últimos dias. E é bom escrever, porque escrevendo não rola nenhuma exaltação ou discussão em voz alta. Eu leio seu post, me irrito, passa e eu escrevo. Você lê esse tratado, se irrita, passa e você pensa. Nós duas pensamos, o que é muito bom. Mais uma vez: eu não rompi com você, eu não parei de falar com você. Eu só me chateei e resolvi que não estou mais disposta a marcar compromissos com você sem que uma terceira pessoa também seja convidada. Porque essa terceira pessoa certamente comparecerá. Você, nunca dá para saber se você vai. Pelo menos assim eu não perco o programa. E essa pessoa também não precisa me "prometer". Eu não quero ter que confiar só na promessa. Confiar só na promessa é não confiar em ninguém, e eu não quero não confiar em ninguém. Sabe por que eu não desmarquei meu níver para esperar você chegar de viagem? Porque tive a sensação de que eu desmarcaria por sua causa e, no dia remarcado, você não iria, porque não me prometeu. Achei melhor fazer na data certa. É isso. Espero que a ida a Lençóis tenha sido boa.

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  3. Bom, eu só vi essa postagem hoje, com um certo atraso. E sim, eu estou com vontade de te processar pelas fotos.

    Eu não rompi com você e você não precisa me pedir perdão, o que é um pouco exagerado. Eu só acho que você não tem nenhum senso de compromisso com seus amigos, o que torna suas relações de amizade um tanto discutíveis. Talvez o tipo de amizade que você esteja disponível a dar não seja o tipo de amizade que todas as pessoas estejam sempre dispostas a receber. É uma questão de compatibilidade. Talvez ninguém esteja errado, mas talvez ninguém esteja certo também. Temos um trabalho juntas agora - a Liga - e quero levar adiante. Só gostaria que você não me chamasse mais para fazer determinadas coisas que você certamente não cumprirá, porque cansa e você sabe que você tem um histórico de pessoas desapontadas com você por esse mesmo motivo.

    Talvez as pessoas sejam muito certinhas e caretas para você, mas foi o que falei: é uma questão de compatibilidade. Se você não faz esse gênero chatinha - e eu faço -, talvez seja o caso de não querer aproximação com quem faça. Porque ninguém tem obrigação de aturar determinadas coisas, e digo isso como uma via de mão dupla: nem eu tenho obrigação de aturar seu descompromisso, nem você de aturar a minha chatice. Você disse, quando pela enésima vez furou comigo, que "não me prometeu que iria". Eu fiquei mais irritada com essa resposta do que com o fato de você não ter ido. Sabe por quê? Porque (não sei se você lembra) foi a quarta ou quinta vez que você furou, com essa mesma resposta "eu não lhe prometi nada". Se para você a promessa é o fator determinante das coisas - e por isso talvez você nunca prometa, apenas diga - então eu acho que a gente tem um problema, porque eu não preciso prometer, jurar ou ajoelhar na frente das pessoas para combinar algo com elas. Eu não lhe prometi amizade, por exemplo. Poderia dizer aqui: "por favor, delete esse post, porque eu não prometi amizade, então, não tenho obrigação de me preocupar com você". Só que eu não me baseio nas promessas apenas, nem pretendo. Esse código da promessa eu não vou criar, nem usar como desculpa. Isso não é meu. Isso é seu e eu não me adapto.

    Repito: eu não rompi com você, esse post não é uma carta para "ficar de mal". Estou escrevendo aqui porque não tivemos a oportunidade de conversar e, sinceramente, você está cansada de saber que odeio DR, ainda mais entre amigos. Estou escrevendo mais porque eu não tive a oportunidade de dizer a você essas coisas que eu diria se tivéssemos nos visto nos últimos dias. E é bom escrever, porque escrevendo não rola nenhuma exaltação ou discussão em voz alta. Eu leio seu post, me irrito, passa e eu escrevo. Você lê esse tratado, se irrita, passa e você pensa. Nós duas pensamos, o que é muito bom. Mais uma vez: eu não rompi com você, eu não parei de falar com você. Eu só me chateei e resolvi que não estou mais disposta a marcar compromissos com você sem que uma terceira pessoa também seja convidada. Porque essa terceira pessoa certamente comparecerá. Você, nunca dá para saber se você vai. Pelo menos assim eu não perco o programa. E essa pessoa também não precisa me "prometer". Eu não quero ter que confiar só na promessa. Confiar só na promessa é não confiar em ninguém, e eu não quero não confiar em ninguém. Sabe por que eu não desmarquei meu níver para esperar você chegar de viagem? Porque tive a sensação de que eu desmarcaria por sua causa e, no dia remarcado, você não iria, porque não me prometeu. Achei melhor fazer na data certa. É isso. Espero que a ida a Lençóis tenha sido boa.

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